Inspeção em equipamentos e sistemas 06/10/2017


Diariamente, a equipe de inspeção da Operação da Itaipu faz um trabalho minucioso nos equipamentos e sistemas da usina. Graças a esta inspeção diária, grandes falhas são evitadas e os sistemas podem operar na normalidade. O tema foi apresentado pelo engenheiro Paulo Zanelli Júnior, na palestra Gestão das inspeções na Operação da Usina de Itaipu Binacional, na quarta-feira (4), no 8º Seminário Nacional de Operadores de Sistemas e de Instalações Elétricas (Senop).

De acordo com Zanelli, que é supervisor da Sala de Supervisão e Controle (CCR) da usina, o papel principal das inspeções é evitar que pequenas falhas se transformem em grandes problemas para os equipamentos e para a segurança das pessoas. “Uma inspeção pode verificar, por exemplo, um vazamento de óleo que, se não fosse identificado, poderia aumentar e causar um acidente”, conta.

A rotina de trabalho envolve 104 operadores, brasileiros e paraguaios, que respondem por inspeções de diferentes periodicidades e graus de complexidade. No final do ano, o número de informações coletadas é da ordem de 3,5 milhões de dados que podem ser usados para melhoria do trabalho da equipe. “Com esta informação, podemos tomar decisões como novos treinamentos, melhoria da rotina, além de identificar as anomalias que aconteceram ao longo do ano”, destaca.

“Nestes 33 anos de operação, a inspeção saiu de um estágio inicial, em que havia apenas um profissional com uma planilha de papel, para o atual, com informações reunidas em um software”, afirma Zanelli. Segundo ele, o papel da Superintendência de Informática (SI.GG) foi fundamental para desenvolver o GIO/CDI, uma espécie de tablet usado pelo operador para registrar as informações e conectado a outro software responsável por armazenar os dados.


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